{"id":210959,"date":"2022-03-29T11:07:43","date_gmt":"2022-03-29T14:07:43","guid":{"rendered":"https:\/\/eephcfmusp.org.br\/portal\/online\/?p=210959"},"modified":"2026-04-02T16:37:30","modified_gmt":"2026-04-02T19:37:30","slug":"medicina-de-emergencia-na-usp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hcxfmusp.org.br\/portal\/medicina-de-emergencia-na-usp\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria da medicina de emerg\u00eancia na USP"},"content":{"rendered":"
A necessidade do tratamento de doen\u00e7as e traumas que precisam de atendimento imediato foi o impulso para a cria\u00e7\u00e3o da medicina de emerg\u00eancia no mundo. A trajet\u00f3ria dessa especialidade come\u00e7ou na d\u00e9cada de 1970, nos Estados Unidos.\u00a0<\/span><\/p>\n No Brasil, a <\/span>medicina de emerg\u00eancia na USP<\/b> come\u00e7ou a fazer parte da grade curricular da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP) em 1992. No mesmo ano, os primeiros sistemas de atendimento pr\u00e9-hospitalar come\u00e7aram a ser montados no pa\u00eds, nas cidades de Campinas, Ribeir\u00e3o Preto e Porto Alegre; eles seguiam o modelo do Servi\u00e7o de Atendimento M\u00f3vel de Urg\u00eancia (SAMU) franc\u00eas.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n A medicina de emerg\u00eancia na USP<\/strong>, e em todo pa\u00eds, ainda \u00e9 considerada uma especialidade nova. Em 2015, ela passou a ser reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e, de acordo com os dados da \u00faltima <\/span>Demografia M\u00e9dica no Brasil<\/span><\/a>, realizada em 2020, ainda conta com um n\u00famero pequeno de profissionais: s\u00e3o 52 especialistas titulados e 239 residentes.<\/span><\/span><\/p>\n \u201cComo ainda \u00e9 uma especialidade nova, os servi\u00e7os de atendimento de emerg\u00eancia n\u00e3o s\u00e3o estruturados para contar com esse especialista. Se em alguns lugares a incorpora\u00e7\u00e3o do emergencista est\u00e1 sendo r\u00e1pida, em outros pode demorar at\u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o para que isto aconte\u00e7a\u201d, conta Dr. Julio Marchini<\/a>, Supervisor do Programa de Resid\u00eancia M\u00e9dica em <\/span>Medicina de Emerg\u00eancia na USP<\/b>.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n No departamento de emerg\u00eancia chegam uma grande diversidade de pacientes e de acometimentos. Ou seja, se faz necess\u00e1ria a capacita\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico para que ele saiba lidar com todas essas essas condi\u00e7\u00f5es. \u201cExistem benef\u00edcios interessantes de ter um pronto-socorro contando principalmente com emergencistas<\/a>\u201d, afirma o Dr. Julio.<\/span><\/p>\n No modelo tradicional, em que os pacientes s\u00e3o triados para diferentes especialidades cl\u00ednicas e cir\u00fargicas, eventualmente acontecem equ\u00edvocos de triagem. \u201cA consequ\u00eancia de atraso para diagn\u00f3stico do paciente no modelo com o emergencista n\u00e3o haveria esse problema. Outra vantagem \u00e9 que na especialidade de emerg\u00eancia, um dos focos \u00e9 um treinamento espec\u00edfico de priorizar e manejar de forma \u00e1gil aquilo que pode rapidamente matar o paciente\u201d, refor\u00e7a o Dr. Julio.<\/span><\/p>\n Em 2017, a Resid\u00eancia em M<\/a><\/strong><\/span>edicina de Emerg\u00eancia na USP<\/b><\/a> come\u00e7ou sua primeira turma. \u201cEm mar\u00e7o de 2022, acabamos de formar a terceira turma da resid\u00eancia no HCFMUSP, e recebemos a sexta turma de residentes\u201d, conta o Dr. Julio.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n Durante a resid\u00eancia, o profissional se concentra no atendimento dos acometimentos agudos, com casos que v\u00e3o desde a baixa at\u00e9 a alta complexidade. Al\u00e9m da capacita\u00e7\u00e3o para o atendimento efetivo dentro do pronto-socorro, existe tamb\u00e9m o foco para gest\u00e3o dos servi\u00e7os de emerg\u00eancia de um complexo hospitalar.<\/span><\/p>\n \u201cO residente passa a maior parte da resid\u00eancia em prontos-socorros atendendo casos de diferentes portes e gravidades desde a pediatria at\u00e9 a geriatria<\/a>. A resid\u00eancia \u00e9 complementada com treinamento em unidade de tratamento intensivo (UTI), atendimento pr\u00e9-hospitalar e observa\u00e7\u00e3o de pronto-socorro\u201d, finaliza o Dr. Julio<\/span><\/p>\n Para os m\u00e9dicos que atuam em pronto-socorros e desejam se aprimorar na \u00e1rea, existe o curso de <\/span>Medicina de Emerg\u00eancia USP<\/b><\/a>,\u00a0 oferecido pelo HCX. Acesse o <\/span>site do HCX<\/b><\/a> e saiba mais!<\/span><\/span><\/p>\n A especializa\u00e7\u00e3o alia uma vis\u00e3o pr\u00e1tica incompar\u00e1vel na Unidade de Emerg\u00eancias do Instituto Central do HCFMUSP, guiada pelos melhores experts do Brasil. \u00c9 a forma\u00e7\u00e3o imprescind\u00edvel para quem busca o selo de excel\u00eancia USP e quer protagonizar o futuro da emerg\u00eancia no pa\u00eds.<\/span><\/p>\nQuais os desafios da Medicina de Emerg\u00eancia?\u00a0<\/b><\/span><\/h2>\n
Como \u00e9 a resid\u00eancia em medicina de emerg\u00eancia na USP?<\/b><\/span><\/h3>\n
P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Medicina de Emerg\u00eancia USP?<\/b><\/span><\/h3>\n