{"id":256309,"date":"2023-01-13T17:29:31","date_gmt":"2023-01-13T20:29:31","guid":{"rendered":"https:\/\/eephcfmusp.org.br\/portal\/online\/?p=256309"},"modified":"2025-07-23T10:29:45","modified_gmt":"2025-07-23T13:29:45","slug":"medicina-intensivista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hcxfmusp.org.br\/portal\/medicina-intensivista\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia da atua\u00e7\u00e3o multidisciplinar na medicina intensivista"},"content":{"rendered":"
Pacientes graves e em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica, em casos de traumas, atropelamento, queimadura, infarto do mioc\u00e1rdio, dor no peito, pneumonia e, mais recentemente, Covid-19, s\u00e3o alguns dos atendimentos mais comuns da <\/span>medicina intensivista<\/b>. Por\u00e9m, essa n\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea exclusiva de condutas m\u00e9dicas, e cada vez mais exige capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais em temas e \u00e1reas correlatos ou paralelos, que podem englobar de trauma a oncologia.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n \u201cA <\/span>medicina intensivista<\/b> \u00e9 uma atividade multidisciplinar, e precisa de uma integra\u00e7\u00e3o de equipe e profissionais com uma forma\u00e7\u00e3o muito robusta, porque eles lidam com pacientes com alto risco de morte\u201d afirma o Prof. Dr. Carlos de Carvalho, Diretor da Divis\u00e3o de Pneumologia do Instituto do Cora\u00e7\u00e3o (InCor).\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n Criada em 1980, junto com a <\/span>Associa\u00e7\u00e3o de Medicina Intensiva Brasileira<\/span><\/a>, a <\/span>medicina intensivista<\/b> \u00e9 uma \u00e1rea relativamente nova na sa\u00fade. Isto porque tem pouco mais de 40 anos que passou a ser reconhecida pelo <\/span>Conselho Federal de Medicina<\/span><\/a>. \u201cA terapia intensiva representava entre 5 a 10% dos leitos dos hospitais durante a cria\u00e7\u00e3o da especialidade. Atualmente, a tend\u00eancia \u00e9 ampliar este n\u00famero para que permane\u00e7a nos hospitais apenas os pacientes mais graves. Com isso, na maioria dos servi\u00e7os, cerca de 30% dos leitos s\u00e3o, ou ser\u00e3o, para UTI\u201d, explica o Prof. Carlos.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n \u00c9 fato que a tecnologia e o uso de intelig\u00eancia artificial v\u00eam contribuindo para a medicina no Brasil e no mundo nos \u00faltimos anos. E o objetivo \u00e9 deixar os hospitais cada vez mais tecnol\u00f3gicos a fim de proporcionar o melhor atendimento ao paciente e ajudar na preven\u00e7\u00e3o de fatalidades.\u00a0<\/span><\/p>\n \u201cCom a tecnologia dispon\u00edvel, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 conectar todas as informa\u00e7\u00f5es de dados vitais dos pacientes e seus respectivos exames. Esses dados precisam estar dispon\u00edveis para a equipe multidisciplinar de forma \u00fatil e r\u00e1pida. A pandemia de Covid-19 intensificou esse processo tecnol\u00f3gico e a necessidade de ter profissionais muito bem treinados dentro das UTIs\u201d, conta.\u00a0<\/span><\/p>\n Mesmo com o avan\u00e7o, a integra\u00e7\u00e3o de dados por meio da tecnologia ainda enfrenta desafios. As empresas que desenvolvem os equipamentos de UTI, re\u00fanem as informa\u00e7\u00f5es dos pacientes com protocolos diferentes, e consequentemente cada um deles coleta dados distintos tamb\u00e9m. O ideal e o que se deseja para tornar a tecnologia ainda mais ben\u00e9fica para a medicina \u00e9 abrir os protocolos de diferentes empresas para que as informa\u00e7\u00f5es possam se conectar.\u00a0<\/span><\/p>\n \u201cDe certa forma, n\u00f3s estamos insistindo para que as empresas integrem seus sistemas e informa\u00e7\u00f5es para facilitar o dia a dia na UTI, e percebemos que essa \u00e9 uma grande tend\u00eancia\u201d, afirma o Prof. Carlos.<\/span><\/p>\n A <\/span>medicina intensivista<\/b> vai muito al\u00e9m da atua\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico como a conhecemos. \u201c\u00c9 importante que o profissional tenha conhecimento de outras \u00e1reas que cercam a terapia intensiva para que esteja apto a realizar manejos que envolvem a enfermagem<\/a> ou fisioterapia, por exemplo\u201d, ressalta o Prof. Carlos.<\/span><\/span><\/p>\n Assim, o <\/span>HCX<\/span><\/a> desenvolveu o <\/span>Curso UTI<\/a> Online<\/span>, que est\u00e1 em sua segunda edi\u00e7\u00e3o. Voltado a m\u00e9dicos Intensivistas e especialistas em \u00e1reas correlatas \u00e0 Terapia Intensiva, seu conte\u00fado re\u00fane as atualiza\u00e7\u00f5es da <\/span>medicina intensiva<\/b> para que o profissional esteja apto a lidar com as intercorr\u00eancias dentro das UTIs.\u00a0<\/span><\/span><\/p>\n O aluno tem \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o 21 m\u00f3dulos de temas variados – de hemodin\u00e2mica, vascular e respirat\u00f3rio a seda\u00e7\u00e3o e analgesia, nutricional e grande queimado, entre outros. H\u00e1 um m\u00f3dulo espec\u00edfico de Covid-19 e aspectos \u00e9ticos e bio\u00e9ticos tamb\u00e9m s\u00e3o abordados.<\/span><\/p>\n O curso enfatiza a complexidade que env\u200bolve o cuidado de p\u200bacientes graves e agudos dentro da terapia intensiva – uma \u00e1rea que requer profissionais capacitados de forma humanizada e com conhecimen\u200bto atualizado nas condutas de tratamento.\u00a0<\/span><\/p>\nO que \u00e9 Medicina Intensiva?<\/strong><\/span><\/h2>\n
O papel da tecnologia na medicina intensivista<\/b>\u00a0<\/span><\/span><\/h2>\n
Curso de UTI capacita intensivistas<\/b><\/span><\/h3>\n