Imagine que você está na fila de um mercado, no trabalho ou em um almoço em família. De repente, alguém à sua frente desmaia e para de respirar. Nesses segundos, cada gesto importa, e a diferença entre ajudar ou não pode estar em saber fazer a reanimação cardiopulmonar (RCP), também conhecida como massagem cardíaca.
Essa cena é mais comum do que parece. No Brasil, a cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular . São cerca de 200 mil paradas cardiorrespiratórias por ano no país – aproximadamente metade delas fora do ambiente hospitalar, segundo estimativas da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Ou seja, muitas vezes quem está por perto é a primeira e única chance da vítima.
Por isso, preparamos este guia completo. No texto, confira:
- O que é e como funciona a RCP;
- Importância e janela crítica;
- RCP de alta qualidade;
- Passo a passo prático e DEA;
- Protocolos por faixa etária e situações especiais;
- Ciclos e critérios de interrupção;
- Equipamentos e atualizações.
O que é RCP?
A reanimação cardiopulmonar (RCP) é um conjunto de manobras de emergência realizado diante de uma parada cardiorrespiratória (PCR) para manter a circulação sanguínea e a oxigenação até que a circulação espontânea seja restabelecida ou o atendimento especializado assuma o caso.
“O método funciona como uma bomba mecânica externa provisória, capaz de manter a perfusão sanguínea dos órgãos vitais, principalmente o cérebro e o coração”, enfatiza Verônica Oliveira, Coordenadora Acadêmica do Centro de Simulação do HCX Fmusp.
Saiba como reconhecer uma parada cardiorrespiratória.
O que significa a sigla RCP?
A sigla RCP significa Reanimação Cardiopulmonar (também conhecida na literatura médica como Ressuscitação Cardiopulmonar). Em inglês, em artigos científicos e manuais estrangeiros, o termo equivalente é CPR (Cardiopulmonary Resuscitation).
O que é RCP em primeiros socorros?
RCP em primeiros socorros é o conjunto de manobras imediatas no local da emergência, antes mesmo da chegada de uma ambulância ou equipe médica.
A RCP é uma das principais ferramentas do Suporte Básico de Vida (SBV) – o guarda-chuva de procedimentos de emergência que inclui desde o reconhecimento rápido da parada cardíaca até o uso precoce do Desfibrilador Externo Automático (DEA).
- RCP em Primeiros Socorros (contexto leigo): ao identificar alguém inconsciente e sem respiração, ligue para emergência SAMU (192), solicite o desfibrilador e inicie as compressões no peito. Qualquer pessoa, mesmo sem treinamento, deve agir. Ainda assim, quem tem treinamento em RCP tende a realizar o procedimento com mais qualidade e segurança, o que aumenta a chance de sobrevivência.
- Suporte Avançado de Vida – SAV (contexto pré-hospitalar, hospitalar e ambulatorial): realizado por equipes de saúde, podendo utilizar medicamentos de emergência (como adrenalina), intubação para vias aéreas e monitoramento cardíaco complexo.
O que é RCP na enfermagem?
A RCP na enfermagem é o protocolo de ações realizadas pela equipe para reconhecer e tratar a parada cardiorrespiratória com rapidez e segurança. O enfermeiro está em todas as fases do atendimento à parada cardiorrespiratória, como:
- Reconhecer a parada precocemente e iniciar de imediato uma RCP de alta qualidade.
- Liderar e coordenar a equipe, delegando funções (compressões, ventilação, medicações, acesso, monitorização e registro).
- Executar as manobras, monitorizar o paciente e preparar o carro de emergência e os materiais.
- Manter o registro sequencial da RCP, da identificação da parada até a transferência do paciente , documento essencial para a continuidade do cuidado.
Verônica ainda explica que, “no Brasil, a Resolução COFEN nº 704/2022 autoriza toda a equipe de Enfermagem a usar o DEA. Sem DEA disponível, o manejo do desfibrilador manual é privativo do enfermeiro, assim como o seu teste funcional; já a avaliação periódica da operacionalidade do DEA pode ser feita por qualquer profissional de enfermagem. Em todos os casos, são exigidos protocolo institucional e capacitação presencial com teoria e prática simulada”.
Além disso, o manejo pós-parada cardiorrespiratória também pode fazer parte das atribuições conforme os protocolos institucionais.
O curso de ACLS (Suporte Avançado de Vida em Cardiologia) capacita enfermeiros para o reconhecimento da PCR, RCP de alta qualidade e liderança da equipe de ressuscitação.
Qual a importância da RCP no atendimento de emergência?
A importância da reanimação cardiopulmonar (RCP) no atendimento de emergência está na chance de dobrar ou até triplicar as chances de sobrevivência diante de uma parada cardíaca, segundo a American Heart Association (AHA).
A RCP integra a chamada corrente de sobrevivência, com seis elos:
- Reconhecimento de parada cardíaca e ativação do sistema de resposta a emergências;
- Ressuscitação cardiopulmonar (RCP) precoce com ênfase nas compressões torácicas;
- Desfibrilação precoce;
- Ressuscitação avançada realizada por serviços médicos de emergência e profissionais de saúde;
- Cuidados pós-parada cardíaca;
- Recuperação.
Protocolo de RCP (resumo esquemático)
Reconheceu a parada? Ação imediata em 3 passos:
- 1º – Peça ajuda e ligue para o SAMU (192).
- 2º – Mande buscar o DEA mais próximo.
- 3º – Inicie as compressões no centro do tórax imediatamente.
O que é RCP de alta qualidade e quais são seus critérios?
De acordo com as Diretrizes de 2025 da AHA, a RCP de alta qualidade depende de compressões torácicas eficazes e com o mínimo de interrupções. Mas como saber se a RCP está sendo realizada corretamente? Confira os principais critérios:
- Compressões por minuto: 100 a 120 (na prática, mire em cerca de 110 para manter margem de segurança dentro do limite recomendado).
- Profundidade: pelo menos 5 cm em adultos, evitando ultrapassar 6 cm. Em crianças e bebês, pelo menos um terço do diâmetro anteroposterior do tórax, o que corresponde a aproximadamente 5 cm em crianças e 4 cm em bebês menores de um ano.
- Deixe o tórax voltar por completo entre uma compressão e outra: se você se “apoia” no tórax da vítima e não solta, o coração não volta a se encher de sangue.
- Não ventile demais: ventilação excessiva aumenta a pressão dentro do tórax e reduz o retorno de sangue.
- Pausas: minimize as interrupções das compressões. As pausas antes e depois do choque devem ser tão curtas quanto possível.
- Fração de compressões torácicas (FCT): uma FCT de pelo menos 60% é considerada uma meta mínima razoável durante a RCP em adultos. Equipes de alto desempenho podem alcançar valores superiores a 80%.
- Como calcular a FCT? Divida o tempo total em que as compressões foram realizadas pelo tempo total de ressuscitação e multiplique por 100. Por exemplo, se houve compressões durante 8 dos 10 minutos de ressuscitação, a FCT foi de 80%.
“O dispositivo de feedback (dispositivo de medição) do manequim é uma exigência nos treinamentos. Ele avalia em tempo real a frequência, a profundidade, o retorno do tórax e o volume das ventilações, afinal, a olho nu a avaliação quase sempre é imprecisa”, pontua a especialista do HCX Fmusp.
Passo a passo: como fazer RCP
Antes de começar
- Garanta a segurança do local. Confirme que não há risco para você nem para a vítima (trânsito, fios elétricos, fogo).
- Cheque a responsividade. Toque os ombros da pessoa e pergunte em voz alta: “Você está bem?”.
- Observe a respiração. Olhe o peito por até 10 segundos. Se a pessoa não respira ou só faz “arfadas” ocasionais (gasping), trate como parada cardiorrespiratória.
- Acione a emergência. No Brasil, ligue para o SAMU (192) e peça um desfibrilador (DEA). Se estiver sozinho, coloque o celular no viva-voz e comece a RCP sem desligar. Se houver mais pessoas, peça que uma ligue e outra busque o DEA.
C – Compressões

- Posicione a vítima. Deite a pessoa de barriga para cima, de preferência em superfície firme. Ajoelhe-se ao lado do peito da vítima, com os joelhos próximos ao corpo dela e alinhados à largura dos seus ombros, de modo a conseguir posicionar as mãos no centro do tórax.
- Posicione as mãos. Apoie a parte inferior da palma da mão no centro do peito, sobre a metade inferior do esterno. Coloque a outra mão por cima e mantenha os braços esticados,à 90º do tórax da vítima, com os ombros alinhados sobre as mãos.
- Comprima com força e ritmo.
- Frequência: de 100 a 120 compressões por minuto.
- Profundidade: pelo menos 5 cm, sem passar de 6 cm.
- Retorno do tórax: deixe o peito voltar totalmente à posição inicial entre as compressões, sem apoiar peso sobre ele.
A – Via aérea
Se você não tem treinamento em RCP ou não consegue realizar ventilações, comece imediatamente as compressões torácicas e mantenha-as até a chegada do DEA ou do socorro especializado.
Se você tem treinamento e está preparado para realizar ventilações, abra a via aérea e combine compressões com ventilações, conforme a técnica aprendida.
- Sem suspeita de trauma: utilize a manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo.
- Com suspeita de trauma na cabeça ou no pescoço: socorristas treinados devem tentar a tração da mandíbula sem estender a cabeça. Se a manobra não abrir a via aérea, a inclinação da cabeça e a elevação do queixo devem ser utilizadas para garantir a ventilação.
B – Boa ventilação
- Use a relação 30:2. Para profissionais de saúde e socorristas treinados, faça 30 compressões seguidas de duas ventilações. Cada ventilação dura cerca de um segundo e deve fazer o peito subir visivelmente, sem exagerar no volume. Use máscara de proteção, se tiver.
- Se você não tem treinamento em RCP ou não consegue realizar ventilações: para adultos com suspeita de parada cardíaca, inicie imediatamente as compressões torácicas. Em crianças e bebês, as ventilações são especialmente importantes – siga as orientações do serviço de emergência.
- Repita os ciclos de 30:2 sem interrupções desnecessárias. Com dois ou mais socorristas, troque quem comprime a cada dois minutos para evitar cansaço.
Uso do DEA
- Ligue o DEA assim que ele chegar e siga os comandos de voz do aparelho. Ele indica onde colocar as pás e se um choque é necessário.
- Mantenha as pausas curtas antes e depois do choque.
Este guia é informativo e não substitui um curso de Suporte Básico de Vida.
RCP por faixa etária e situações especiais
A ressuscitação cardiopulmonar (RCP) deve ser adaptada à idade do paciente e às condições clínicas envolvidas na parada cardiorrespiratória (PCR). As diferenças anatômicas e fisiológicas entre adultos, crianças e bebês influenciam a técnica de compressão torácica, a ventilação e as prioridades do atendimento.
“Em adultos, a parada cardiorrespiratória costuma ter origem cardíaca. Já em crianças e bebês, as causas respiratórias e a falta de oxigênio são mais frequentes. Por isso, conhecer as particularidades da RCP em adultos, crianças e bebês é essencial para realizar as manobras de forma adequada”, avalia a coordenadora.
De forma resumida, o protocolo de RCP em adultos envolve três ações prioritárias:
- Reconhecer a emergência e pedir ajuda: verifique a responsividade e a respiração, acione o SAMU (192) e solicite um DEA.
- Iniciar as compressões torácicas: mantenha a frequência de 100 a 120 compressões por minuto, com profundidade de 5 a 6 cm, permitindo o retorno completo do tórax entre as compressões.
- Utilizar o DEA assim que disponível: ligue o aparelho, siga as instruções de voz e retome as compressões imediatamente após a análise do ritmo ou a aplicação do choque, conforme as orientações do equipamento.
Para conferir todas as etapas em adultos, incluindo o posicionamento das mãos, a técnica de ventilação e o uso do DEA, consulte o passo a passo de como fazer RCP apresentado anteriormente.
Bebês (menores de 1 ano)
- Com um ou dois socorristas: realize as compressões com a técnica dos dois polegares, envolvendo o tórax com as mãos, ou com a parte inferior da palma da mão. O uso de dois dedos ao longo do esterno foi eliminado devido à ineficácia em atingir a profundidade adequada.
- Relação compressão-ventilação: de 30:2 com um socorrista e 15:2 com dois socorristas, quando a técnica dos dois polegares com as mãos envolvendo o tórax é uma opção preferencial.
- Profundidade das compressões: pelo menos 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax (aproximadamente 4 cm).
- Ventilação: boca a boca-e-nariz no bebê (cobrindo boca e nariz simultaneamente) ou bolsa-válvula-máscara (BVM/ Ambu) com máscara de tamanho infantil adequada.
Crianças (de 1 ano até a puberdade)
- Relação compressão-ventilação: 30:2 com um socorrista e 15:2 com dois socorristas.
- Frequência das compressões: 100 a 120 compressões por minuto.
- Profundidade das compressões: pelo menos 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax (aproximadamente 5 cm).
- Manejo da parada respiratória (com pulso presente): uma ventilação a cada dois a três segundos (totalizando de 20 a 30 ventilações por minuto).
- Justificativa da relação 15:2 para dois socorristas: a parada na criança costuma ter origem respiratória (hipóxica); com duas pessoas, é possível ofertar mais ventilações sem sacrificar a frequência e a qualidade das compressões.
Gestantes
- Parâmetros das compressões e ventilações: a RCP segue o padrão do adulto, relação de 30:2, frequência de 100 a 120/min e profundidade de 5 a 6 cm (evitando ultrapassar 6 cm).
- Deslocamento uterino manual para a esquerda durante toda a RCP: o útero comprime a veia cava, e deslocá-lo melhora o retorno do sangue.
- Via aérea e local: a equipe especializada deve priorizar a oxigenação e a ventilação adequadas, com manejo da via aérea conforme as necessidades clínicas e o protocolo de ressuscitação materna. A RCP é feita no local; a gestante não deve ser transportada ao centro cirúrgico durante as manobras.
- Parto por cesariana ressuscitativa (tradicionalmente chamado de cesárea perimortem): a preparação deve começar assim que a parada cardíaca materna for reconhecida, com o objetivo de concluir o parto até cinco minutos após o reconhecimento da parada, caso não haja retorno da circulação espontânea. As manobras de ressuscitação devem ser mantidas durante todo o processo.
RCP em lactentes e reanimação neonatal: qual a diferença?
São dois cenários diferentes e isso muda o atendimento.
| Aspecto | RCP em lactente (bebê menor de 1 ano fora da sala de parto) | Recém-nascido (sala de parto) |
|---|---|---|
| O que causa | Predominantemente respiratória (hipóxia, asfixia, obstrução de vias aéreas) que evolui para parada cardíaca | Origem respiratória, a prioridade é ventilar |
| Compressão: ventilação | 30:2 (um socorrista)/ 15:2 (dois socorristas) | 3:1 (três compressões para uma insuflação) |
| Ritmo | 100 a 120 compressões/ min | 90 compressões/ min + 30 ventilações/ min |
| Técnica | dois polegares com as mãos envolvendo o tórax ou calcanhar de uma mão | dois polegares com as mãos envolvendo o tórax (preferida) |
| Quando começar as compressões | Ao reconhecer a parada e confirmar a ausência de pulso (profissionais de saúde) | Só se a frequência cardíaca estiver abaixo de 60/min após 30 segundos de ventilação eficaz |
| Medicamento | Conforme protocolo de suporte avançado | Adrenalina se a FC continuar abaixo de 60/ min após 60 segundos de compressões e ventilação adequadas |
| Onde acontece | Qualquer ambiente | Sala de parto, na transição da vida intrauterina |
Quanto tempo dura um ciclo de RCP?
Não há uma duração fixa em segundos para cada ciclo de RCP: as manobras devem ser realizadas continuamente, com o mínimo possível de interrupções, seguindo a sequência recomendada pelas diretrizes de ressuscitação. Na RCP em adultos, cada ciclo consiste em 30 compressões torácicas seguidas de duas ventilações.
Ainda há outro intervalo de referência que vale considerar: aproximadamente a cada dois minutos de RCP, o ideal é trocar quem faz as compressões. “Esses dois minutos não são aleatórios: é o tempo em que uma pessoa comprime com boa qualidade antes de cansar. Por isso, ao completar o ciclo, troca-se o socorrista e aproveita-se o momento para reavaliar o ritmo no desfibrilador”, comenta a especialista.
Quando a RCP deve ser interrompida?
A reanimação cardiopulmonar (RCP) deve ser interrompida quando alguma das situações abaixo acontecer:
- Retorno da circulação espontânea (RCE): quando a vítima apresenta sinais de recuperação, como movimentos espontâneos, tosse ou retorno da respiração normal. A respiração agônica (gasping) não é considerada respiração normal.
- Chegada do suporte especializado: quando a equipe do SAMU, corpo de bombeiros ou resgate médico assume o atendimento.
- Instrução do DEA (Desfibrilador Externo Automático): interrupção temporária quando o aparelho solicita o afastamento para analisar o ritmo cardíaco ou disparar o choque. Retome as compressões imediatamente após a orientação do aparelho.
- Risco na cena: se o ambiente se tornar inseguro para o socorrista, como risco de desabamento, incêndio, fios energizados ou tráfego.
“As pausas de rotina, checagem de ritmo, troca de socorrista, intubação não contam como interrupção: são breves, previstas e devem durar o mínimo possível”, observa a profissional do HCX.
Equipamentos usados no treinamento de RCP
O treinamento de reanimação cardiopulmonar (RCP) utiliza equipamentos que permitem praticar as manobras e desenvolver habilidades essenciais para o atendimento de emergências.
O boneco de RCP, também chamado de manequim para RCP, permite treinar as compressões torácicas e as ventilações de resgate. Alguns equipamentos contam com sensores que fornecem feedback sobre a frequência, o local e a profundidade das compressões, ajudando o aluno a aprimorar a técnica.
Já a máscara de RCP, como os dispositivos de barreira ( protetor facial e pocket mask) , é utilizada para praticar as ventilações de resgate. Seu uso durante o treinamento deve seguir as orientações de higiene e as recomendações do fabricante.
Esses recursos também podem ser integrados à simulação realística, metodologia que reproduz situações de emergência em ambientes controlados. Por meio de cenários práticos, os alunos podem desenvolver habilidades técnicas, tomada de decisão, comunicação e trabalho em equipe, competências importantes para o atendimento à parada cardiorrespiratória.
Onde aprender e se atualizar em RCP
Se você busca capacitação ou atualização de alto nível em reanimação cardiopulmonar (RCP), deve buscar cursos e certificações como:
- Curso de Primeiros Socorros com RCP e DEA, para o público geral.
- Suporte Avançado de Vida (ACLS), para médicos, acadêmicos de medicina do 6° ano (11° e 12° períodos), enfermeiros e acadêmicos do último período de enfermagem.
- Com infraestrutura de ponta, centro de simulação realística e instrutores altamente qualificados, os treinamentos preparam você para agir de forma rápida, assertiva e alinhada aos melhores padrões internacionais.
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