As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) são métodos milenares, enraizados em saberes tradicionais da medicina oriental, que visam promover a saúde e o bem-estar do indivíduo de forma holística, considerando as dimensões física, mental, emocional e espiritual.
As PICs transformam o paciente de receptor passivo de instruções médicas em protagonista ativo na construção da sua saúde, estimulando o autocuidado, saúde integral e qualidade de vida.
O Dr. Haino Burmester, médico e professor de Saúde Integrativa, destaca: “A chance de você conseguir mais qualidade de vida é maior do que se você está no polo passivo. Essa proatividade é importante porque você constrói a sua saúde e ajuda o seu corpo a se defender e buscar o bem-estar”.
As PICs oferecem diversos benefícios para os pacientes:
- Promoção da saúde e prevenção de doenças;
- Alívio de sintomas crônicos, sejam físicos ou emocionais;
- Melhora da qualidade de vida;
- Cuidados paliativos;
- Complementação da medicina tradicional;
- Redução de custos com saúde.
Quais as principais PICs?
O Sistema Único de Saúde (SUS), reconhecendo a importância das Práticas Integrativas e Complementares, as incorporou à Política Nacional da área em 2006, tornando-as acessíveis à população brasileira. Dados do e-SUS APS apontam que as opções de PICs, nos últimos anos, estiveram disponíveis em 100% das capitais brasileiras e 86,46% dos municípios.
São elas: apiterapia, aromaterapia, arteterapia, ayurveda, biodança, análise bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, dança circular, geoterapia, hipnoterapia, homeopatia, imposição de mãos, medicina antroposófica/antroposofia aplicada à saúde, medicina tradicional chinesa/acupuntura, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, ozonioterapia, fitoterapia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa, terapia de florais, termalismo social/crenoterapia e ioga.
Práticas Integrativas e o envelhecimento da população
O envelhecimento da população torna as PICs ainda mais relevantes, pois oferecem alternativas eficazes para lidar com os desafios da idade, como dores crônicas, doenças degenerativas e declínio cognitivo.
A estratégia pode também contribuir para a sustentabilidade do sistema de saúde, pois pode reduzir a dependência de medicamentos e tecnologias caras, além de promover a prevenção de doenças e o autocuidado.
“Diferente de outros setores econômicos, em que a tecnologia tende a reduzir os custos, na área da saúde ocorre o oposto: a tecnologia tende a ser mais cara e a gerar a utilização de novos equipamentos”, aponta o Dr. Haino Burmester.
Especialização em Saúde Integrativa
A especialização em Saúde Integrativa do HCX está focada na visão interdisciplinar, holística e integral de cuidado.
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“Estamos seguindo uma tendência global que destaca a importância de abrir as portas para diversas abordagens de cuidados de saúde. É essencial que os hospitais reconheçam essa mudança e assumam o papel de centros de saúde abrangentes”, destaca o Dr. Haino Burmester.
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